sábado, 30 de junho de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nado


José Rinaldo Tasso Lassálvia (Nado) nasceu a 15 de novembro de 1938, em Olinda, onde começou participar de peladas nas praias. Seu primeiro time foi o Clube Náutico Capibaribe, pelo qual conquistou os títulos de campeão invicto de juniores em 1958, aspirante e vice-campeão profissional em 1959.Irmão de outro craque alvirrubro (o centroavante Bita), Nado também teve grande destaque no Náutico, sendo tetra campeão entre 1962 e 1965, durante a histórica campanha do hexa. Em 1966, foi convocado para Seleção Brasileira, sendo o primeiro jogador de futebol nordestino a sair do Norte-Nordeste direto para a Canarinha.Na Seleção Brasileira, Nado atuou várias vezes: em 1966, foi titular contra o Chile (1 x 1). Em 1968, convocado duas vezes, foi titular contra a Argentina, quando o Brasil venceu por
4 x 1. E, no jogo contra a Alemanha (2 x 2), Nado entrou no segundo tempo, substituindo o grande Mané Garrincha. Do Náutico, Nado seguiu para o Vasco, do Rio de Janeiro, onde jogou de 1966 a 1970, sendo vice-campeão brasileiro e carioca em1968. No Rio, atuou, também, no Olaria, e depois retornou ao Nordeste para jogar dois anos (1971/71) pelo Fortaleza e outros dois (1973/74) pelo Ceará, time onde encerrou a carreira.

Vasco da Gama Campeão do Torneio Rivadávia Corrêa Meyer de 1953


Em pé: Mirim, Ernâni, Haroldo, Eli, Danilo e Jorge
Agachados: Mário Américo (massagista), Sabará, Maneca, Ipojucã, Pinga e Djair

Abaixo as súmulas das finais contra o São Paulo

VASCO DA GAMA (RJ) 1 X 0 SÃO PAULO (SP)
Data: 01/07/1953
Torneio Octogonal Rivadávia Correia Meyer / Finais
Local: Estádio do Pacaembu
Árbitro: Mário Vianna
Renda: 979.256,00
Gol: Djair
VASCO DA GAMA: Ernãni, Mirim e Bellini, Eli, Danilo e Jorge, Sabará (Maneca (Ademir (Alfredo)), Maneca (Ademir (Maneca)), Ipojucan (Ademir), Pinga e Djair / Técnico: Zezé Moreira.
SÃO PAULO: Poy, De Sordi e Mauro, Pé de Valsa, Bauer e Alfredo, Maurinho (Lanzoninho), Lanzoninho (Nenê), Gino (Benedito), Negri e Teixeirinha.

VASCO DA GAMA (RJ) 2 X 1 SÃO PAULO (SP)
Data: 04/07/1953
Torneio Octogonal Rivadávia Correia Meyer

Local: Estádio do Maracanâ
Árbitro: Mário Vianna
Renda: 723.917,30
Gol: Pinga (2); Pé de Valsa
VASCO DA GAMA: Ernãni (Osvaldo), Mirim e Bellini, Eli, Danilo e Jorge, Maneca (Alfredo), Ademir (Maneca), Ypojucan, Pinga e Djair / Técnico: Zezé Moreira
SÃO PAULO: Poy, De Sordi e Mauro, Pé de Valsa, Bauer e Alfredo, Maurinho, Negri, Gino, Nenê (Benedito) e Teixeirinha (Lanzoninho.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

sexta-feira, 4 de março de 2011

Gatas Vascaínas


Vasco da Gama 1948

Em pé: Augusto, Barbosa, Rafanelli, Danilo, Jorge e Eli.
Agachados: Djalma, Maneca, Friaça, Lelé e Chico.

Equipe do vasco da Gama, campeão invicto do Sulamericano de Clubes de 1948.

Bellini


Nome completo:Hideraldo Luis Bellini
Data de nascimento: 07/06/1930
Local: Itapira (SP)
Posição: Zagueiro


Clubes
1947-1948: Itapirense-SP
1949-1951: São Joãnense-SP
1952-1961: Vasco da Gama-RJ
1962-1967: São Paulo FC-SP
1968-1969: Atletico-PR
Títulos
Campeonato Carioca: 1952, 1956, 1958
Copa Roca: 1957, 1960
Torneio Rio - São Paulo: 1958
Copa do Mundo: 1958, 1962
Copa Oswaldo Cruz: 1958, 1961, 1962
Copa O'Higgins: 1959
Copa Atlântica: 1960

Torneio Quadrangular do Rio: 1953
Torneio Octogonal do Chile: 1953
Torneio Rivadavia Corrêa Meyer do Rio de Janeiro: 1953
Torneio de Santiago do Chile: 1957
Torneio de Paris: 1957
Troféu Theresa Herrera: 1957

quarta-feira, 2 de março de 2011

segunda-feira, 15 de março de 2010

Maneca


Nome completo: Manuel Marinho Alves
Data de nascimento: 28/01/1926 / Salvador (BA)
Data de falecimento: 28/06/1961 / Rio de Janeiro [RJ]
Posição: Atacante

Clubes
1943-1945: Galícia (BA)
1945-1946: Vitória (BA)
1946-1955: Vasco de Gama
1953-1955: Vitória (BA)
1956: Bangu (RJ)
1957: Galícia (BA)
Títulos
Campeonato Baiano: 1943, 1954, 1956
Campeonato Carioca: 1947, 1949, 1950, 1952
Sul Americano de Clubes Campeões: 1948
Copa América: 1949
Copa Oswaldo Cruz: 1950
Torneio Rivadavia Corrêa Meyer do Rio de Janeiro: 1953
Torneio Quadrangular do Rio: 1953

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Barbosa


Moacir Barbosa nasceu no dia 27 de março de 1921, em Campinas. Ganhou 14 títulos na carreira. Pela Seleção Brasileira e pelo Vasco. Pelo clube de São Januário, foi campeão Sul-Americano, em 1948. Ganhou seis Campeonatos Cariocas e um Rio-São Paulo. Pela Seleção, ganhou Copa Roca, Copa Rio Branco, Copa América. Depois de atuar 11 anos pelo Vasco, ainda esteve no Santa Cruz, Bonsucesso e Campo Grande.
Foi um dos maiores goleiros de sua geração, junto com Castilho e, depois, sucedido por Gilmar. Aos 79 anos, Barbosa morreu praticamente sozinho. Pobre e amargurado. Ficou marcado por uma suposta falha no gol de Gigghia, na final da Copa de 1950. Passou a ser perseguido. Desprezado. Insultado por meia dúzia de imbecis. Aquela geração, de Barbosa, Zinho, Jair, Chico, Maneca e Ademir, ficou com o carimbo de perdedora.
Tudo por causa de um tropeço. Fatal, cruel e injusto.
E Barbosa, por ser negro, goleiro e humilde, se transformou no seu maior símbolo. Certa vez, os administradores do Maracanã resolveram trocar as traves de madeira por outras mais modernas, de ferro. Barbosa ficou com as velhas e, talvez numa forma de apagar de vez os restos do amargo passado, queimou-as num churrasco com amigos e ex-companheiros de Seleção Brasileira.
Não adiantou. Barbosa jamais se livrou daquela dor, daquele fantasma inescrupuloso... E, em 1993, poucos anos antes de morrer, disse uma das frases mais emblemáticas e verdadeiras sobre a hipocrisia no futebol brasileiro e na sociedade em geral. “No Brasil, a pena maior por um crime é de 30 anos. Há 43 pago por um crime que não cometi.”
Nada mais verdadeiro. Meus respeitos, homenagens e aplausos a Moacir Barbosa. O goleiro nota 1000.

Texto do jornalista esportivo Lédio Carmona, publicado no blog Jogo Aberto, no dia 27/03/2007.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Camisa Retrô 1929


O ano de 1929 foi muito produtivo para a equipe vascaína. No final de março ganhou o Torneio Início batendo o América na final por 1 x 0 e prosseguiu com a conquista do Campeonato Carioca numa emocionante final melhor de três novamente contra o América e de quebra teve Russinho como o artilheiro do campeonato com 23 gols.
Esta equipe foi uma das mais fortes já montadas em São Januário com grandes jogadores que fizeram história pelo clube e participações em copa do Mundo

3º Jogo da melhor de 3 entre vasco da Gama e América pela decisão do Campeonato Carioca

VASCO DA GAMA5 x 0 AMÉRICA
Data – 24 / 11 / 1929
Local – Laranjeiras (Rio de Janeiro - RJ)
Renda: 130:000$000
Árbitro – Arthur Antunes de Moraes e Castro “Laís” (Fluminense Football Club)
Gols – 1° tempo: Vasco 2 a 0, Russinho (2); Final: Vasco 5 a 0, Russinho,
Mário Mattos e Sant’Anna
Vasco da Gama: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal,
Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant’Anna /Técnico: Henry "Harry" Welfare
América – Joel, Pennaforte e Hildegardo; Hermógenes, Floriano (Mário Pinto)
e Mosqueira; Alemão, Oswaldinho, Sobral, Telê e Miro /Técnico: Jaime Pereira Barcellos



domingo, 14 de fevereiro de 2010

Vasco da Gama 1941

Em pé: Chiquinho, Figliola, Zarzur, Osvaldo, Dacunto e Florindo.
Agachados: Alfredo, Moacir, Viladôniga, Alfredo Gonzalez e Orlando.
Esporte Ilustrado de 1941
Equipe vascaína de 1941 que não obteve títulos mesmo alinhando em suas fileiras grandes jogadores a nível nacional. Zarzur com brilhante passagem pelo São Paulo, o argentino Dacunto que depois defendeu o Palmeiras e Santos, o uruguaio Viladôniga com expressiva perfomance no Palmeiras e Alfredo Gonzales campeão pelo Flamengo e depois foi defender o Botafogo e um renomado técnico.

Notem que o Vasco ainda usava as camisas negras com golas brancas e a cruz de malta sobre o peito.